105 anos da Primeira Aliança de Amor

105 anos da Primeira Aliança de Amor

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Em 1914, Pe. José Kentenich junto com os jovens seminaristas em Schoenstatt, na Alemanha selou sua primeira aliança de Amor com Maria, convidando-a para se estabelecer no Santuário como um local de graças, bênçãos e romarias.

105 anos depois, em vários lugares do mundo, essa data tradicional é celebrada com muito amor e carinho por toda história de luta, graças e conquistas, que até hoje se celebra como se fosse a primeira vez.

E mais um ano, o Santuário Tabor Morada da Alegria Vitoriosa se une aos demais Santuários para celebrar 105 anos da primeira Aliança de Amor de nossos heróis e do Pai e Fundador. Memorar é reviver o momento alto da vida de Schoenstatt no mundo

Com uma bela missa campal, a família de Schoenstatt ficou à sombra do Santuário e, juntamente com o Pe. João Batista da igreja Santa Cruz pôde agradecer e louvar Nosso Senhor Jesus Cristo e nossa amabilíssima Mãe por estabelecer morada em nossa paróquia e, há 105 anos, distribuir do Monte Schoenstatt tantas graças através do Santuário.

Em sua homilia, o Pe. José Batista explanou a todos um pouco sobre as mudanças na Igreja e o Sínodo da Amazônia, como algo que acarreta de forma estruturada e planejada, movimentos e ações entorno do tema e que o seu caminhar já vem de alguns anos, não sendo algo tão contemporâneo. Colocou também sobre a obra de nosso Pai e Fundador e como esta ação apostólica gerou a presença da Mãe Três Vezes Admirável nas famílias. Graças a benção do Pai e Fundador a ação evangelizadora de João Pozzobon, a Mãe Três Vezes Admirável foi até o íntimo dos lares, comércio, escolas e presídios, conhecendo as particularidades e trazendo o amor mais perfeito para aquele ambiente.

Ao final da celebração, a família de Schoenstatt reuniu-se no entorno da Pira e, todos representados pela juventude de Schoenstatt, entregaram aos céus as chamas do Capital de Graças que, com amor e confiança, subiram aos céus para entregar ao Coração de Jesus as necessidades do povo que peregrina e confia na Mãe de Deus.

Texto: Matheus Trassi e Fernando Castilho Valderrama

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