Peregrinos da paróquia São Pedro e Santa Luzia renovam sua Aliança de Amor

Peregrinos da paróquia São Pedro e Santa Luzia renovam sua Aliança de Amor

Por Fernando Castilho Valderrama

Liga de Famílias de Araraquara

Álbum de Fotos aqui

 

O 18 de setembro deste ano foi mais que especial. Nosso Santuário Tabor Morada da Alegria Vitoriosa recebeu a visita da Campanha da Mãe Peregrina da paróquia São Pedro e Santa Luzia que, com eles, trouxeram a presença e celebração de nosso querido padre Marceluz Fernandes Gutierrez. Uma noite mais do que abençoada. Uma noite evangelizadora!

Em sua homilia, Pe. Marceluz nos recordou nosso saudoso Diácono João Luiz Pozzobon. Pe. Marceluz questionou a assembleia sobre “o que é evangelizar”? Muitos ali presentes disseram inúmeras formas de evangelizar e, preenchendo nossos corações na espiritualidade de Schoenstatt, memorou os atos de João Luiz Pozzobon, ao percorrer mais de 140.000 km com a Mãe Peregrina em seus ombros e, evangelizando. Assumiu a missão e rezava o terço em casas, escolas, hospitais, presídios, repartições públicas e em demais lugares. Mostrou também a importância de seguirmos seus passos com as nossas famílias da Campanha da Mãe Peregrina e de nossa comunidade.

Lembrou a todos que o ato de João Pozzobon foi uma forma de evangelizar e que, assim como ele, temos que fazer o mesmo com a nossa Mãe Peregrina. Não é simplesmente o “passar a mãe de casa em casa, mas levar o evangelho junto com a entrega da Mãe Peregrina.

Ao final da missa, todos puderam peregrinar até o Santuário e, nas palavras da Irmã Agnes, pudemos voltar ao tempo e relembrar a dedicação e o esforço de nosso Servo de Deus, João Pozzobon que lindamente foi representado pelo nosso querido Divino Aparecido Alexandrino, responsável pela Campanha da Mãe Peregrina na paróquia. Com a Imagem Peregrina em seus ombros, repetiu os passos de João Pozzobon, chegando com Ela no mais alto, digno de uma rainha, com seu terno e cheio de amor nos fez lembrar do esforço de levar a Mãe de Deus.

Que todos nós possamos sempre lembrar que para a Mãe de Deus não devemos medir esforços  e que através de nós, instrumentos aptos na mãos da Mãe, poderemos fazer “tudo aquilo que ele vos disser”.

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